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Jornais empilhados

na PRÁTICA

Situações em que o jurídico costuma entrar na operação de empresas que trabalham com tecnologia ou vendem para o governo. As descrições são gerais e têm caráter informativo: cada caso depende dos fatos, dos documentos e do momento da empresa.

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Por sigilo profissional e pelas regras de publicidade da advocacia (Código de Ética e Disciplina da OAB e Provimento 205/2021 do Conselho Federal da OAB), não divulgamos casos de clientes.

Carrinho de compras com caixas sobre um notebook

01

Quando a adesão a uma ata de registro de preços é negada

Empresas que vendem tecnologia ao governo muitas vezes contam com a adesão de outros órgãos a uma ata já registrada.

 

Quando o pedido é negado com base em uma restrição que não está no edital nem na lei, a venda trava, e o prazo de vigência da ata continua correndo.

O trabalho começa pela leitura do edital, da ata e dos fundamentos da negativa.

 

Dependendo do caso, passa por pedido de reconsideração, recurso administrativo ou medida judicial. Em paralelo, a área comercial precisa conhecer os prazos e as alternativas, para que a estratégia de vendas não dependa de uma única discussão.

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02

Quando a empresa cresce mais rápido que a estrutura jurídica

Empresas de tecnologia em expansão passam a negociar com clientes maiores, fabricantes multinacionais e auditorias de terceiros. Cada nova relação traz exigências de contrato, compliance e proteção de dados que a estrutura original não previa.

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Nessas situações, o trabalho costuma envolver um diagnóstico dos contratos e processos existentes, uma rotina de compliance proporcional ao tamanho da empresa e o acompanhamento das negociações e propostas, para que o jurídico participe antes da assinatura, e não depois do problema.

Óculos diante de telas com código de programação
Aperto de mãos em um data center

03

Quando duas empresas de tecnologia decidem vender juntas

É comum uma empresa entrar com a infraestrutura e a entrega, e a outra com o relacionamento comercial. O risco aparece quando a operação começa antes de o acordo definir quem responde pelo quê.

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Um memorando de entendimentos bem estruturado costuma tratar da divisão de resultados, da exclusividade, das responsabilidades de cada parte perante o cliente final, do padrão dos contratos com clientes e do que acontece se a estrutura definitiva, por exemplo uma nova empresa, não sair do papel.

 

Para tratar de uma situação específica, use a página de [contato].

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